Uma cena comovente chamou ontem a atenção do colunista. Em um canto da escada de um tradicional edifício de escritórios depositados sobre velhas cadeiras e próximo às lixeiras, 20 volumes da  Enciclopédia Barsa aguardavam a noite chegar para serem descartados com destino à reciclagem de papel velho. A imagem levou minha memória para um passado recente quando ter uma Barsa na biblioteca de casa era um sonho de consumo e símbolo de status. Lançada na década de 1960, sucedia a Enciclopédia Britânica e se tornava a primeira enciclopédia brasileira, tendo à frente uma equipe editorial de excelência liderada pelo saudoso jornalista e escritor Antônio Callado.

Definitivamente, nestes tempos de internet, o que era referência como canal de conhecimento e fonte de credibilidade virou descartável... ou simples objeto de colecionador.

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