Em meio à absolvição da controvertida médica Virgínia de Souza, acusada de antecipar a morte de pacientes num hospital de Curitiba, um caso semelhante mobilizou as atenções no Meio-Oeste catarinense. 

O médico Denis Conci Braga, denunciado pela morte de três pessoas durante exames de endoscopia, foi a júri popular defendido pelo criminalista Gastão Filho — e saiu do tribunal com uma pena leve, de dois anos e cinco meses em regime inicialmente aberto, substituída por prestação de serviços comunitários e pagamentos aos herdeiros das vítimas. Vai continuar exercendo a profissão normalmente.

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