Três perguntas para: Amanda Reitenbach Carlos Pereira / Divulgação/Divulgação

Foto: Carlos Pereira / Divulgação / Divulgação

Ela é expert num ramo dominado por homens! Sommelier de cerveja e doutora em engenharia química, Amanda Reitenbach é diretora do Science of Beer Institute e criadora do primeiro nariz eletrônico para a indústria cervejeira. 

De onde surgiu o seu interesse pela cerveja? 

Foi durante a faculdade de engenharia química, quando também fiz estágio em uma cervejaria. Desta paixão nasceu o Science of Beer Institute, com sede em Florianópolis e com cursos em todo o país. A nova série de aulas na Capital começa em julho.

 Qual o tipo de cerveja que mais gosta? 

Depende do dia. Tenho fases que prefiro beber cervejas mais lupuladas ou mais tostadas. No momento minhas preferidas são as ácidas, nos mais variados estilos e fabricantes. 

 Como funciona o nariz eletrônico?

São sensores que avaliam e detectam os compostos indesejáveis na fabricação de cervejas. É uma ferramenta barata e muito importante para o desenvolvimento de novos produtos e controle de qualidade.

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