Consumo de energia cresce 3,5% no Estado Germano Rorato/Agencia RBS

Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

Um dos termômetros para identificar o nível de atividade econômica é o consumo de energia. Santa Catarina fechou o terceiro trimestre do ano com crescimento de 3,5% no total de energia consumida frente ao mesmo período do ano passado, informou ao mercado a Celesc, empresa distribuidora do insumo. Apesar de positivo, o número mostra que os principais consumidores de energia seguem impactados pela pior recessão da história, recém encerrada no primeiro semestre deste ano. 

O mercado cativo de consumidores da Celesc registrou queda de 4,6% no trimestre de julho a setembro. O segmento residencial, que responde por 35% do mercado cativo da distribuidora, fechou o período com queda de 0,4% frente a 2016. 

A indústria também sofreu. A classe de consumidores industriais cativos, que representa 19,20% do mercado, teve retração de 22% frente ao mesmo mês de 2016. O setor comercial, que consome 19,20% do total ofertado pela Celesc, também teve recuo de 4,3%. Quem puxou a média para cima foram os consumidores livres, que cresceram 19,20% no trimestre. O consumo rural avançou 5,5%. 
Pesou o fato de a demanda estar baixa em função da crise. Pelos números de consumo de energia, a economia vai demorar cerca de dois anos para alcançar patamar de antes da crise.  

Unimeds em ranking
As cooperativas singulares da Unimed foram o grande destaque estadual no Índice de Desempenho da Saúde Complementar feito pela Agência Nacional de Saúde (ANS). A primeira do ranking foi a Unimed Federação SC, seguida pelas singulares de Joinville, Blumenau, Litoral, Criciúma, Chapecó, Tubarão e Grande Florianópolis. O índice da Unimed Federação alcançou 0,8689 e o da última colocada entre as cooperativas, a Unimed Grande Florianópolis, alcançou 0,7178. O índice desse ranking avalia as empresas em Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação.

Vagas para mulheres
O setor de contact center segue com destaque na geração de empregos para mulheres. As razões principais são jornada reduzida e horários mais flexíveis. Na palestra no evento do Lide Futuro SC, terça à noite, Topázio Silveira Neto, presidente da Flex S.A., uma das maiores empresas do setor no país, informou que 78% dos 13 mil funcionários que a empresa tem hoje são mulheres. Elas ocupam também a maior parte dos cargos de chefia, são 52% na liderança. Outro destaque é que a faixa etária é baixa. 60% tem até 24 anos. 

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