Acate foca mercado global Estela Benetti/Diário Catarinense

Foto: Estela Benetti / Diário Catarinense

Entre as estratégias da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) para acelerar crescimento estão a união maior do setor no Estado e a abertura de uma sede da entidade em Boston. Isso foi reforçado ontem em encontro da diretoria da Acate com a imprensa para falar dos planos para 2018. A Acate US, que deve iniciar atividades em março do ano que vem, terá como parceiro o escritório da consultoria IXL Center, do professor Hitendra Patel, um dos principais consultores internacionais sobre tecnologia e inovação, informa o presidente da associação, Daniel Leipnitz. 

Se as empresas de tecnologia de SC não pensarem e agirem com foco no mercado mundial serão superadas por estrangeiras que avançam no Brasil, alertou o vice-presidente da associação, Silvio Kotujansky. Outra tendência forte são os negócios e pesquisas entre empresas tradicionais e startups. O primeiro Link Lab foi um sucesso e mais sete devem ser firmados a partir do ano que vem.  Conforme Leipnitz, iniciativas do governo estadual e a aproximação do setor impulsionam startups em todas as regiões do Estado, com crescimento maior onde são menos desenvolvidas. Na foto, os diretores da Acate Silvio Kotujansky, Iomani Engelmann, Daniel Leipnitz e  Marcos Lichtblau na entrevista de ontem. 

Desafios da saúde
O encontro Hacking Health SC, realizado no final de semana em Florianópolis visando soluções tecnológicas para os graves problemas da saúde no Estado concluiu por três soluções. As ideias terão incubação virtual do Hacking Health e mentoria do Celta para empreender. As três ideias escolhidas são: Programa de Aceleração da Fila (PAF), Salvando Vidas e Health Check.  

Soluções 
No caso das filas, foram identificados dois problemas: duplicidade de dados e falta de atualização. Foi criado um olgoritmo para reconhecer dados duplicados. Outro plano é identificar quem não tem mais interesse na fila. Os contato com os pacientes serão por Whatsapp, telefone ou Facebook. O salvovidas.com é uma startup com rede de doadores de sangue no Brasil que ajuda na gestão de doação e o Health Check procura ajudar na gestão da fila do SUS que em 527 mil pessoas, 8% da população do Estado esperando um exame ou consulta. 

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Foto: Arte DC


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