Alternativa ao embargo russo para as carnes catarinenses Cristiano Estrela/Agencia RBS

Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

Responsável pela compra de 30% da exportação de carne suína de Santa Catarina, a Rússia vem tirando o sono das grandes agroindústrias baseadas no Estado desde quando suspendeu a compra de carnes de todo o Brasil em novembro, com entrada em vigor em 1 de dezembro. O motivo apontado foram traços da substância ractopamina em carne suína. Trata-se de um melhorador de crescimento que não é aceito por alguns mercados, especialmente a Rússia. Para o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarnes) e Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Ricardo Gouvêa, é preciso buscar uma solução para esse impasse porque é um mercado muito representativo. A reabertura do mercado das Filipinas não resolve esse espaço deixado pela Rússia.

Para Gouvêa, uma alternativa seria técnicos brasileiros conversarem com técnicos russos sobre o problema encontrado e como pode ser solucionado. Isso porque, segundo ele, as empresas fazem uma produção totalmente separada para a Rússia, sem o uso dessa substância. Testes feitos aqui encontraram vestígios insignificantes, menores dos encontrados pelos técnicos russos.

Na opinião do dirigente, há um interesse comum nessa solução porque o Brasil fornece 90% das carnes importadas pela Rússia e o país também representa um mercado importante para as agroindústrias brasileiras. Pode haver uma certa demora na decisão, agora, porque os importadores russos estão com um estoque alto de carnes pelo fato de iniciar a temporada de maior frio, quando as importações são suspensas porque os portos ficam com as águas congeladas, sem poder atracar navios. Isso ocorre entre 15 de dezembro até o final de janeiro. Apesar disso, as empresas brasileiras gostariam de resolver esse impasse o quanto antes, por isso seguem as negociações de técnicos do Ministério da Agricultura do Brasil com o Serviço Federal Sanitário e Fitossanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor).

71 razões para brindar em SC

 Reprodução livro sobre SC.
Foto: Estela Benetti / Diário Catarinense

Santa Catarina é um "continente" de atrações turísticas para todos que gostam de viajar e degustar produtos diferenciados. Um ponto cada vez mais forte são as rotas de bebidas de alta qualidade – cervejas artesanais e vinhos finos. Para divulgar mais esse potencial, os jornalistas e empresários Acari Amorim e João Lombardo acabam de lançar um livro nos idiomas português e inglês que informa sobre as 44 cervejarias artesanais e as 27 vinícolas, a maioria de altitude, somando 71 razões para vir e brindar em Santa Catarina. O título da obra é sugestivo: Comer Beber Viver Santa Catarina. No final, ha sugestões de harmonização. 
- São produtos legitimamente catarinenses que conquistam cada vez mais paladares, inclusive fora do país – escreveu no prefácio o governador Raimundo Colombo. 
A princípio, o livro será distribuído em hotéis e restaurantes. Um plano é lançar versão digital. 

Com 12 prêmios
A Intelbras, de São José, líder nacional em tecnologias para segurança eletrônica e equipamentos para telefonia fixa, está fechando 2017 com 12 premiações. Entre as principais estão 1º lugar no ranking da IstoÉ Dinheiro em Tecnologia, Software e Serviços, e um dos grandes prêmios do país em Qualidade, o PQA do Amazonas. Segundo o presidente da companhia, Altair Silvestri, esses prêmios são resultado do engajamento dos colaboradores, inovação e estratégias.

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Foto: Arte DC


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