Início das festas de outubro no Vale do Itajaí terá protesto pela duplicação da BR-470 Patrick Rodrigues/Agencia RBS

Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS

As festas de outubro no Vale do Itajaí começam com um protesto em Indaial. Todos os participantes vestidos de preto. É o que indica convite para a inauguração simbólica da duplicação da BR-470, a obra mais prometida e mais atrasada do sistema rodoviário federal em Santa Catarina. A manifestação será a partir das 10h. Nesta sexta, pelas promessas e garantias oficiais, a duplicação deveria estar concluída. Esperem deitados, porque até sentados, vai cansar muito! 

Embaixadores
Está sendo esperado nesta sexta em Blumenau para participar da Oktoberfest o embaixador do Reino Unido, Vijay Rangaranjan. Estará presente no tradicional desfile da rua XV de Novembro. Agendou atuação, também, no primeiro desfile no Distrito de Vila Itoupava, maior comunidade alemã em Blumenau. A sangria do primeiro barril teve como destaque os embaixadores da Alemanha, Georg Witzchel, e da República Tcheca, Jiri Havlik. 

Ministro em SC
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participa nesta sexta, em Chapecó, da inauguração da 20ª Efapi, a maior feira-exposição do oeste catarinense. Ele deverá anunciar a liberação de recursos para o Hospital Regional, o principal e de melhor gestão em toda a região.  A Efapi completa 50 anos e ocorre no ano do centenário de Chapecó. Tem 400 expositores, com ênfase na agropecuária. Clima de otimismo com a retomada da economia. 

Pesar do Senado
Requerimento de pesar pela morte do reitor Luiz Cancellier, subscrito pelos senadores Dário Berger (PMDB) e Paulo Bauer (PSDB) e outros 18 senadores, foi aprovado pelo plenário do Senado. A justificativa transcreve nota da OAB-SC e enfatiza: "Cancellier suicidou-se porque não suportou a humilhação e a execração pública deflagrada por sua prisão injustificada e desnecessária. Com efeito, os responsáveis pela investigação dos supostos desvios de recursos do programa de educação à distância sabiam muito bem que os fatos sob escrutínio ocorreram antes da gestão de Cancellier. Além disso, tinham a disposição todos os instrumentos para realizar sua investigação na UFSC. Podiam simplesmente ter intimado o reitor a depor ou produzir a documentação necessária. Em vez disso, preferiram prendê-lo e humilhá-lo publicamente, numa demonstração aberrante de total desconsideração ao princípio da presunção da inocência e aos demais princípios que fundam aquilo que chamamos de civilização. Sua prisão foi mais um ato de abuso jurídico, que ocorrem hoje com preocupante regularidade no Brasil." 

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