FRATERNIDADE
A Loja Maçônica Lara Ribas, do Grande Oriente de SC, realiza no próximo dia 23, no Centro de Eventos Petry, em Biguaçu, a nona edição do Risoto Fraterno. A renda reverterá em benefício da Casa da Criança do Morro da Penitenciária, uma ONG mantida por maçons e dezenas de voluntários. Além de assegurar atividades educativas, realiza todos os anos o Natal das crianças da comunidade.


CHANTAGISTA
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi contaminado pelo vírus da manipulação de alguns líderes petistas. Ao defender o aumento da carga tributária, chegou a ameaçar que a rejeição da CPMF implicará o não pagamento até do seguro-desemprego. Na frente vai ameaçar os salários dos servidores federais. Levy não faz política. Faz chantagem!


CELEBRAÇÃO
 A Associação Catarinense de Medicina promove hoje encontro social em sua sede, a partir das 21h, para celebrar o Dia do Médico, que transcorre domingo. Presentes dirigentes e sócios do Conselho Superior das Entidades Médicas. Aos 78 anos, a ACM congrega hoje 13 mil médicos em todo o Estado.


AVALIAÇÃO
O presidente interino do PT, Milton Mendes de Oliveira, teve duas reações diante da Operação Enredados, que envolveu três petistas de Santa Catarina. Disse que, em primeiro lugar, o governo cumpre sua missão de combater fraudes em todo o Brasil. Segundo, é preciso aguardar as investigações sem pré-julgamentos. Lamentou também que a imagem do partido seja atingida por estas denúncias.


CONVENÇÃO
Raimundo Colombo e Paulo Bauer trocaram gentilezas na prestigiada abertura da Convenção Estadual de Contabilidade de Santa Catarina, que se encerra hoje no Centrosul. O senador tucano elogiou o governador por manter as contas em dia, ao contrário de outros Estados, alguns até falidos. Já Colombo voltou a criticar parlamentares no Congresso, mas ressaltou as posições de Bauer. A convenção conta com pelo menos 1,2 mil participantes.


72 DIAS
Consultor Ricardo Moritz, preso preventivamente pela Policia Federal em 2007, lançará o livro 72 Dias, no dia próximo dia 22, na Assembleia Legislativa. Ele atuava naquela época na Fundação Celos e seu contador foi acusado de atos ilícitos. A obra com 112 páginas relata o sofrimento pessoal e da família. Moritz não foi indiciado nem denunciado.



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DIÁRIO CATARINENSE
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