O caso da faxineira autuada pelo furto de um bombom na superintendência da Polícia Federal em Roraima ganhou destaque nacional pela desproporção da medida. Em Santa Catarina um caso parecido promete dar o que falar. Recentemente, uma jovem de 19 que trabalhava como estagiária na 2ª DP em Joinville foi acusada por um delegado de furtar um mouse pad, pequeno utensílio emborrachado usado como base do mouse do computador. No mercado, custa em média R$ 13. Detalhe, a estudante garante que a peça era sua e que foi até a DP apenas para pegar seus pertences, após ter sido desligada da função uma semana antes. O delegado que fez a denúncia, utilizando-se de uma funcionária como testemunha, nem sequer abriu inquérito. Os demais policiais da DP, revoltados com a prática, levaram o caso ao Sinpol, que está acompanhando o caso e dando apoio à ex-estagiária. O Visor tentou contato com o delegado mas não conseguiu. topo_BO texto_BO

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