Eduardo Costa diz ter ganho cobertura da prefeitura de Florianópolis  Guto Costa/Divulgação

Foto: Guto Costa / Divulgação

Uma declaração do cantor (sertanejo?) Eduardo Costa divulgado por um canal de fofocas e pelo site UOL está dando o que falar nas redes sociais e acabou sobrando para a administração de Florianópolis. Costa é mineiro e reclamou que o prefeito de Capitólio (MG) teria se negado a lhe dar uma "casa top" para ele morar, ajudando a ajudar a incentivar o turismo na região.

E comparou:

"Há poucos dias o povo de Santa Catarina me deu uma cobertura em frente à praia pra ficar por lá. Eu ganhei da prefeitura de Florianópolis um apartamento cobertura, mas teria que ficar lá por quatro anos, porque eles querem turismo por lá."

Assista:


Enquanto isso
A assessoria de comunicação de Gean Loureiro chegou a achar que informação tratava-se de algum tipo de brincadeira, pois o prefeito garante nem conhecer o artista. Mas diante da repercussão nas redes sociais, a prefeitura não descarta interpelar Costa oficialmente sobre a declaração.

Operação coleta
No seu primeiro dia de trabalho como empresa 100% pública, no sábado, a Comcap montou uma grande operação para iniciar a coleta de lixo após quase uma semana de greve dos trabalhadores e foram pra lá de eficientes. Durante 17 horas, foram retiradas das ruas 637 toneladas de resíduos (recicláveis e orgânicos). A média nesta época do ano são 500 toneladas por dia. O recorde geralmente ocorre no pós-revéillon, com cerca de mil toneladas. Pelos cálculos da nova autarquia, 2,5 mil toneladas deixaram de ser recolhidas durante a paralisação. Todo este lixo deverá ser coletado até amanhã.
 
Na ponta do lápis
Apesar do fim da greve e da promessa do prefeito Gean Loureiro de manter a Comcap pública, a discussão sobre a privatização do serviço de coleta e transbordo do lixo precisará ser feita de maneira séria e sem rompantes ideológicos em algum momento. Aos cálculos: a contratação emergencial de uma empresa durante a greve custaria R$ 34 mil ao município ao dia, enquanto a Comcap consome R$ 234 mil a cada 24 horas.

Os números são de uma situação excepcional e não existe ainda nenhum estudo aprofundado comparando estruturas e valores da Comcap e de uma terceirizada para os cofres do município. Mas no fim das contas quem paga esta conta é contribuinte, preocupado (infelizmente) apenas com o serviço.
 
 
Segurança a bordo
Muito se fala em expandir a náutica catarinense, mas pouco em questões de segurança e saúde. A Associação Náutica (Acatmar) comemora o sucesso do Curso Básico de Atendimento Pré-hospitalar voltado ao setor, que reuniu mais de 30 pessoas no hotel Majestic, e já pensa nos próximos diante da grande procura. Até dezembro será realizado um curso por mês para o segmento. O lançamento será no no Salão Náutico Marina Itajaí, entre 21 e 24 de julho.

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