Há um consenso entre os entrevistados no "Dia S": segurança não é só missão da polícia Marco Favero/Diário Catarinense

Foto: Marco Favero / Diário Catarinense

Sem a presença dos dois titulares das pastas mais ligadas à Segurança Pública de Santa Catarina, os secretários César Grubba (SSP) e Ada de Lucca (Justiça e Cidadania), a série de entrevistas promovida pela NSC Comunicação, nesta terça, pela primeira vez conseguiu reunir representantes de todos os entes que discutem o tema. Até mesmo um representante da Câmara dos Deputados, o deputado federal João Paulo Kleinübing (PSD), coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense no Congresso Nacional, foi ouvido. Entre todos deu para perceber um consenso: segurança não é só missão da polícia. Precisa haver envolvimento de assistência social, saúde e educação. Sem isso, continuaremos "enxugando gelo".

Câmeras corporais
O subcomandante da PM de Santa Catarina, coronel Araújo Gomes, anunciou nesta terça nas entrevistas do Dia S que em breve o Estado terá 130 câmeras corporais que serão usadas por policiais militares em ocorrências. Sem dar prazo específico para isso, disse que os equipamentos vão possibilitar uma aproximação entre as pessoas e a corporação.

Folga dos PMs
Araújo ainda citou um projeto polêmico que tramita na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A proposta do deputado estadual Gelson Merisio (PSD) prevê que os policiais militares possam vender suas horas de folga para empresas interessadas. Basicamente, os contratantes pagariam um valor que iria para o fundo da PM. Depois o valor seria repassado aos servidores. A discussão está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alesc. A Associação de Praças já se posicionou contra a ideia.

*Ânderson Silva é interino da coluna de Rafael Martini. O colunista retorna de férias no dia 1º de setembro.

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