Gustavo Brigatti: jogamos Star Wars Battlefront na versão para PlayStation 4 Gustavo Brigatti/Agencia RBS

Foto: Gustavo Brigatti / Agencia RBS

Aqui na Brasil Game Show, vários estandes disponibilizam o aguardado joguinho de tiro da EA (que inclusive está com o beta liberado durante este final de semana). Testamos a versão para PlayStation 4 por nenhuma outra razão que não o tamanho da fila — nos espaços com o jogo para PC, a espera chegava a 40 minutos...

Na demo disponibilizada, dois jogadores, na pele de soldados da aliança rebelde, enfrentavam seis ondas de inimigos do Império no cenário desértico do planeta Tatooine. Era possível escolher entre cinco tipos de rifles e packs de acessórios — jetpack, escudo de força, míssil de íon, enfim. Talvez na batalha pra valer faça alguma diferença, mas durante o teste, valia mais uma boa mira.

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Os comandos são os básicos de qualquer shooter (correr, pular, recarregar, trocar de armas, tudo padrão), mas a inteligência artificial dos inimigos merece destaque. Na demo, os jogadores combatiam quatro tipos de Stormtrooper e cada um deles agia de maneira diferente durante o combate — alguns são mais agressivos, outros preferem flanquear e uns mantêm distância.

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Poucos correm de peito aberto em direção à morte certa — coisa que eu me vi fazendo várias vezes justamente por apostar contra a inteligência artificial dos bonecos.

A jogabilidade também é padrão para shooters onde a briga é entre humanos — se você é um jogador contumaz de Destiny, por exemplo, talvez ache a movimentação de Battlefront um tanto dura.

Gustavo Brigatti: explodindo o bloco

O pouco do cenário mostrado me pareceu bonito e há interação suficiente com ele — parede são derrubadas e barracas podem ser queimadas durante um tiroteio. Mas, ao final, ficou a sensação de que faltava alguma coisa mais... impactante. O combate é fluído, mas não chega a empolgar — pelo menos não nesse modo de jogo. Não faz o sangue bombear mais rápido como um Call of Duty e diverte menos que um Destiny.

Provavelmente o jogo completo preencherá essas lacunas — ou abrirá outras.


Confira a cobertura completa no site de Zero Hora e pelo Snaptchat (Bragantti)

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