Confira detalhes da festa secreta da Skol em Florianópolis José Luiz Somensi / Divulgação/Divulgação

Evento open bar reuniu 1200 convidados na Lagoa da Conceição na terça-feira de Carnaval

Foto: José Luiz Somensi / Divulgação / Divulgação

Depois dos camarotes, a bola da vez são as festas secretas, fechadas para convidados e, de preferência, com open bar. Não que os espaços separados e geralmente mais altos que a pista comum onde ricaços (ou nem tanto) gostam de se exibir estejam fora de moda. É que depois da secret party da Corona, que abriu a temporada de verão em novembro, e da Skol Beats Experience, que rolou nesta terça-feira e marcou o fim do Carnaval, pode-se dizer que este estilo de festa mais exclusiva caiu no gosto dos baladeiros da Ilha.   

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Todo mundo estava lá. Empresários do varejo, famosos do Instagram e do Youtube, povo da moda e galera da noite. A proposta era mesmo reunir pessoas jovens que curtem balada, portanto a estratégia funcionou. 

A Skol já tinha promovido festas secretas em outros locais, mas o público comprava ingresso normalmente e ficava sabendo mais detalhes 24h antes. O formato escolhido por aqui que é inédito: cinco embaixadores - gente conhecida e baladeira da cidade - ficaram responsáveis por convidar as 1200 pessoas, que recebiam aos poucos mais informações.

No Instagram oficial da festa, os convidados tinham que pedir para seguir o perfil. Quando aceitos, encontravam ali alguns detalhes como o ponto de encontro e receitas dos drinks que seriam servidos. Horas antes do evento, um aviso: as mulheres podem ir de salto alto, pois o local é coberto. Estamos em Florianópolis, portanto nem precisa mandar. 

O ponto de encontro e retirada da pulseira que dava acesso à festa foi o estacionamento do LIC, na Lagoa da Conceição. Como sempre acontece nesse tipo de evento, tinha gente sem ou com nome errado na lista - nada que não pudesse ser resolvido com uma ligação rápida ou uma mensagem pelo WhatsApp. 

Estrutura foi montada à beira da Lagoa da Conceição Foto: José Luiz Somensi / Divulgação

Quem chegou cedo, por volta das 22h, ainda tinha incerteza sobre o local da festa. Seria no próprio LIC? Aparecerão vans para nos levar para outro lugar? Será que vão levar todo mundo de Mini Cooper (pergunta válida, já que havia vários carros estacionados para uma ação promocional)? Logo depois, o DJ Gui Krueger começou o warm up e aí não restaram dúvidas - é no próprio LIC. "Siga o caminho verde", indicaram. 

Na beira da Lagoa, uma grande tenda oval foi montada, além de um lounge externo com locais para sentar, bares, espaço para maquiagem e pintura corporal neon - feita pelo tatuador Lucas Milk, que fez sucesso com o público feminino - e distribuição de óculos escuros. Talvez por isso as pessoas tenham ficado mais tempo fora da tenda que lá dentro. 

O quarteto de A Liga Foto: José Luiz Somensi / Divulgação

O espaço interno bombou mais quando os DJs do duo Felguk e do quarteto A Liga, atrações anunciadas, começaram a tocar. Destaque para a Liga, que animou bastante o público já bem soltinho com remixes de músicas famosas (teve até Baile de Favela), tequila direto da garrafa para a boca e suas famosas performances com as máscaras de palhaços assustadoras.

A festa foi até as 5h, mas perto das 4h a maioria das pessoas já tinha dispersado. Afinal, as primeiras horas da quarta-feira de Cinzas lembraram a muitos que o Carnaval acabou e começava um dia de trabalho. Depois do meio-dia, mas de trabalho.  

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