Não há ainda nenhum indício de diretoria que questione o técnico Silas no Avaí. Mas nas redes sociais, os torcedores já estão detonando o treinador, mesmo com toda a história que ele tem na Ressacada. A verdade é que Silas precisa parar a sequência de derrotas. Se não ocorrer isto e mais um insucesso vier, a sequência do trabalho dele vai correr reais riscos.

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O treinador não é o dos sonhos do presidente Francisco Battistotti, que gosta muito de Geninho, e também não era a preferência do gerente de futebol, Marcelo Gonçalves, e do empresário Eduardo Uram, que queriam PC Gusmão no Avaí.

Difícil projetar

Da forma como o Avaí está jogando e o Goiás, pelo início na competição, é muito difícil projetar o que vai ser da partida desta sexta à noite. Um time vem de três derrotas seguidas, está desarrumado e tem desfalques, que é o Avaí. O outro time tem um técnico conhecendo o grupo, que é Léo Condé, e está pressionado pela exigência da vitória por estar na zona de rebaixamento da Série B, quando todos esperavam que estivesse na disputa de cima, que é o Goiás. São duas equipes cheias de problemas, que precisam desesperadamente da vitória. Ingredientes para um jogo tenso, nervoso, cheio de erros e não muito bem jogado.

O Japão é logo ali

Enquanto o Avaí está nesta turbulência toda, com três derrotas seguidas, o presidente Francisco Battistotti está no outro lado do mundo, no Japão. Foi ao encontro do empresário que é pai do atacante Toshi e, por intermédio dele, tem a esperança de trazer um novo patrocínio. A intenção é boa, mas o momento é ruim. A semana pediu a presença mais firme do mandatário avaiano na Ressacada.

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