Gil, o curinga da Chapecoense, decide o clássico com um golaço Sirli Freitas/Especial

Volante e lateral Gil fez um golaço digno de atacante na vitória contra o Figueirense

Foto: Sirli Freitas / Especial

Na cartada final para evitar um zero a zero diante do Figueirense, que complicaria a briga pela liderança e aumentaria para 10 a série sem vitórias da Chapecoense em clássicos, o técnico Guto Ferreira contava com um curinga: Gil

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Aos 40 minutos do segundo tempo o volante improvisado na lateral direita Gil, fez jogada de atacante ao dar uma caneta em Jefferson e concluiu como artilheiro ao mandar a bola no ângulo de Gatito Fernández e fazer o gol da vitória. 

Desde que chegou na Chapecoense no ano passado, vindo do Coritiba, Gil tem mostrado versatilidade. Já com Vinícius Eutrópio ele mostrou que podia marcar como volante apoiar como meia. Tanto que às vezes o volante chegou a jogar mais adiantado. Neste ano, sem Apodi e com a lesão de Gimenez, Guto Ferreira viu em Gil o substituto que poderia dar conta do setor direito. 

Neste domingo Gil foi o responsável por quebrar um tabu sem vitória da Chapecoense em clássicos contra o Figueirense que durava desde junho de 2013.

- Graças a Deus fui feliz – disse Gil, após a partida, em entrevista para as rádios. O curinga de Guto Ferreira disse que a equipe foi valente, criou e conseguiu o resultado diante de um adversário que, se não está em seu melhor momento, sempre se mostrou um adversário difícil. 

E, se no ano passado ele marcou gol no catarinense quando era comandado por Vinícius Eutrópio, desta vez foi o algoz do treinador, que foi contratado pelo alvinegro na sexta-feira e assistiu o jogo dos camarotes da Arena Condá. O que ele não quer é novamente ficar fora da final, como no ano passado. - Não estamos satisfeitos, vamos em busca do campeonato catarinense – destacou.

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