Interino deixa a Chapecoense para Kleina com 45% de aproveitamento Fábio Leoni/PontePress,Divulgação

Gilson Kleina, ex-Ponte Preta, será apresentado no final da tarde desta quinta-feira, na Arena Condá. Contrato é até dezembro de 2018.

Foto: Fábio Leoni / PontePress,Divulgação

O novo técnico da Chapecoense, Gilson Kleina, deve ser apresentado na Arena Condá, às 18h desta quinta-feira, após a delegação retornar de Belo Horizonte, onde o time venceu o Atlético-MG por 3 a 2. O treinador assistiu ao jogo das cadeiras do Independência na quarta. Quem ficou na área técnica do gramado foi Emerson Cris.

O interino dividiu o mérito da vitória com o novo técnico do Verdão, que não teve tempo de comandar os treinamentos, pois acertou na terça, quando estava em Curitiba. Eles conversaram por telefone e, depois, pessoalmente em Minas Gerais. 

— O Gilson chegou, é uma pessoa importante, tem que agradecer ele também, tive o prazer de ser atleta dele, a gente trocou informações, ideias, ele tem muito mérito nessa vitória também — disse Emerson Cris.

O interino comandou o time em oito jogos, após a demissão de Vinícius Eutrópio. Foram três vitórias, dois empates e três derrotas em oito partidas, com aproveitamento de 45%. Tirando os dois jogos pela Sul-Americana, onde foi eliminado depois do empate sem gols e derrota por 4 a 0 para o Flamengo, no Rio de Janeiro, o desempenho fica ainda melhor, com dez pontos em 18 disputados, desempenho de 55%.

Claro que a vitória sobre o Atlético-MG foi decisiva para esses números, fazendo subir provisoriamente cinco posições e sair da porta da zona de rebaixamento da Série A do Brasileirão, que era a décima sexta posição antes de iniciar a rodada. Claro que faltam quatro jogos em que adversários diretos na briga, como Vitória, Bahia, Ponte Preta e Sport ainda têm que jogar. Mas, no momento, a Chapecoense está a três pontos da degola. E mesmo que os quatro citados acima vençam, não entra no Z-4.

Emerson Cris agora volta a ser auxiliar. Porém continua subsidiando Gilson Kleina com informações do time. Contra o Atlético-MG, por exemplo, ele disse que o time foi mais eficiente nas finalizações do que nas derrotas para Flamengo e Botafogo. Mas alertou que ainda precisa corrigir o posicionamento nas bolas paradas. Contra o Fogão a equipe levou gol de falta e, diante dos mineiros, sofreu gol de escanteio.

Cris conhece o clube, mas ainda não tem a experiência de Série A como Kleina, que passou por grandes clubes do futebol brasileiro. É com essa união que a Chapecoense espera permanecer na elite nacional.

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