Autor do gol da Chape lembra que queriam mandá-lo embora Sirli Freitas / Chapecoense/Chapecoense

Wellington Paulista entrou aos 12 minutos do segundo tempo e dois minutos depois fez o gol da vitória contra o América-MG

Foto: Sirli Freitas / Chapecoense / Chapecoense

Enquanto estava sentado no banco de reservas na partida da Chapecoense contra o América-MG, neste sábado, na Arena Condá, Wellington Paulista disse que sentiu um frio na barriga como não sentia desde que começou a carreira. Quando a torcida começou a gritar seu nome, no início do segundo tempo, essa ansiedade aumentou, principalmente quando o técnico o chamou, aos 12 minutos do segundo tempo.

- Entrei ansioso e eu só pedi a Deus para não ficar nervoso, no primeiro lance consegui fazer o gol bem como tinha feito nos treinamentos. Estou muito feliz, é difícil até falar, só tenho que agradecer os meus companheiros, alguns diretores, vocês da imprensa que queriam minha volta, principalmente os radialistas, estou emocionado – disse o atacante.

Ele lembrou que, quando ocorreu seu afastamento, no final de agosto, quase foi emprestado para outros times. Um dos times cogitados foi o Avaí. O atacante disse que não queria sair do clube pois não tinha feito nada de errado e sua saída iria parecer que era culpado de algo. Disse que também queria ficar ao lado de sua mulher, que está fazendo faculdade. E que ficou pela verdade, embora não tenha revelado qual seria.

- Tentaram me emprestar, me mandar embora, mas eu segui trabalhando, com humildade, aprendi muito com a garotada do Sub-23 e sabia que uma hora iria voltar – disse o atacante.

Mesmo ficando quase dois meses fora, ele é o artilheiro do time na temporada, com 12 gols. Isso sem contar os quatro que ele fez pelos aspirantes. O jogador disse que não é nenhum salvador da pátria. Mas que procura contagiar o grupo com sua força de vontade e dedicação

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