Após revés em casa, técnico do Criciúma fala sobre a busca pelo G-4: "A gente tem lutado" Caio Marcelo / Especial/Especial

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O Criciúma se encaminhava para garantir um ponto em casa diante do Juventude quando, em um lance, Lucas marcou o segundo gol dele e garantiu a vitória para o time gaúcho. Além do ponto perdido, o técnico do Tigre também lamenta a perda da invencibilidade no returno, pois até aqui, o time acumulava duas vitórias e dois empates. O foco agora é no CRB, adversário da próxima rodada da Série B.

— A gente tem lutado, trabalhado bastante com a intenção de buscar o G-4, mas tem quer paciência com isso pois às vezes cria uma ansiedade muito grande, no grupo, no clube, principalmente no torcedor. Talvez ainda não estejamos preparados para entrar ali. Aconteceu uma derorta no momento errado, tínhamos o jgoo sob controle, mais para fazer o gol do que sofrer, e tomamos — lamentou.

Desde que começou a subir na tabela, o Criciúma não consegue colar na zona de acesso. O time não passou nenhuma rodada no G-4, e cada vez que a oportunidade se aproxima, o Tigre tropeça e se mantém distante da meta. Antes da derrota para o Juventude, o Criciúma tinha o terceiro melhor aproveitamento do returno.

— A ansiedade tem atrapalhado principalmente dentro de casa. O grupo quer muito dar um bom resultado para o torcedor. Quando a equipe erra, entra numa sequência de erros e demora até conseguir acertar. Buscar fora de casa é importante, temos uma resposta muito boa, três vitórias, cinco empates, então dá para buscar sim, mas traz tristeza, pois quando acha que está num momento melhor tem que buscar de novo fora de casa — comentou. 

No sábado dia 23, o Criciúma enfrenta o CRB no Estádio Rei Pelé, às 16h30min. No turno, a primeira vitória do Tigre foi sobre o time de Maceió, que hoje está na zona central da tabela. Winck tem testado jogadores para encontrar o melhor formato para o Criciúma, e fala que a solução é trabalhar cada vez mais.

— Nós tínhamos no início uma ideia de equipe e começou a oscilar, a questão do desgaste, fator psicológico, alguns atletas deram uma queda e estamos tendo dificuldades. Tem hora que faz um bom jogo e cai de jogo, entao é tentar ajustar em silêncio, é trabalho, nao tem outra coisa, não adianta querer achar soluções mirabolantes, é seguir trabalhando. Eu falei ali para eles depois do jogo, vocês conseguiram tirar o time de zero ponto para 34, então dá para continuar pensando sim em fazer coisas maiores dentro da competição — projetou. 

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