O presidente do Criciúma, Jaime Dal Farra, saiu de campo insatisfeito com o resultado e, principalmente, com a arbitragem comandada por Alinor da Silva Paixão, do Mato Grosso. Sem mencionar algum lance específico que tenha lhe desagradado, Dal Farra reclamou muito do árbitro e pediu alguma providência por parte da Federação Catarinense de Futebol (FCF), logo após o empate em 0 a 0 contra o CRB, em Maceió.

— Quero deixar um registro para o nosso presidente da Federação. Pelo amor de Deus, fomos roubados por um juiz vagabundo, sem-vergonha e safado. Fomos roubados aqui dentro e isso não pode. É uma vergonha para a arbitragem brasileira  — disparou o presidente do Criciúma, em entrevista ao repórter Márcio Cardoso, da Rádio Eldorado.

A decisão mais polêmica da arbitragem foi a expulsão do técnico do Criciúma, Mazola Júnior, por reclamação. O árbitro distribuiu seis cartões amarelos na partida, sendo quatro para o Tigre e dois para o CRB.

Na entrevista coletiva após o jogo, o técnico do Tigre endossou as críticas. Para ele, Flávio Boaventura deveria ter sido expulso após acertar o rosto de Vitor Feijão logo no início do jogo.

— A dualidade de critérios que ele usou foi escandalosa. Ele carregou nosso time com cartões. O que ele deu para o Nino nem falta foi. O Criciúma tem que ficar esperto, porque o trabalho de bastidores é muito importante na Série B — disse Mazola Júnior.

Os donos da casa reclamaram de um suposto pênalti não marcado num lance em que a bola desviou no braço de Fábio Ferreira dentro da área. Na ocasião, o zagueiro dividiu com Neto Baiano, lesionou-se e precisou ser substituído.


Mais notícias do
Criciúma
Confira a tabela da
Série B do Brasileiro 2018

 Veja também
 
 Comente essa história