Uma análise dos gols sofridos pelo Avaí na Série A Charles Guerra/Agência RBS

Foto: Charles Guerra / Agência RBS

A derrota por 3 a 1 para o Palmeiras no sábado mais uma vez evidenciou a fraca defesa do Avaí. Na Ressacada, o Leão não conseguiu reagir e só não está na zona de rebaixamento porque Goiás e Coritiba foram derrotados na rodada. A situação do time é delicada e muito por causa do setor defensivo. O time azurra foi o que mais tomou gols na Série A. São 52 tentos em 31 partidas, uma média de 1,6 gols por jogo.

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Muitos dos gols sofridos foram em falhas, como os gols marcados pelo Verdão, por Gabriel Jesus, Cristaldo e Dudu. Como o técnico avaiano Gilson Kleina vem alertando, o grande problema do Avaí não é sofrer o gol, mas sim não saber reagir a ele. Dos 52 tentos sofridos, 16 deles ocorreram nos primeiros 25 minutos e em nenhuma vez que o Leão saiu atrás no placar no início da partida conseguiu a virada.

– O erro do Avaí está nas falhas grotescas que não tínhamos. Contra o Sport foi erro de comunicação, aqui também. Mas reagir faz parte, estávamos entrando na partida com o 2 a 1 e depois vem a ducha fria. Nossa equipe é experiente, não vou culpar ninguém, mas hoje passou por falhas. O sistema que a gente trabalha não deu certo por poder de concentração – explicou o treinador avaiano.

Desatenção também no segundo tempo

Os minutos finais também são de grande falta de concentração do Avaí. Foram nos lances derradeiros das partidas que o time sofreu 16 gols. Além disso, muitos dos tentos que a equipe azurra toma são feitos dentro da área, o que mostra que as duplas de zaga, mesmo quando estão protegidas – como no último jogo – não conseguem impedir os gols e muitas vezes deixam os lances para serem decididos pelo goleiro Vagner.

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DIÁRIO CATARINENSE
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