Walter marca, e Atlético-PR vence o Fluminense no Maracanã Cleber Mendes, Lancepress/

Walter fez o gol da vitória do Atlético-PR no Maracanã

Foto: Cleber Mendes, Lancepress

A um empate da final da Copa do Brasil e novamente com o fantasma do rebaixamento rondando no Brasileirão, com o rótulo de pior campanha do returno. Este é o resumo da semana do bipolar Fluminense. Neste sábado, com quase a mesma escalação que derrotou o Palmeiras, na quarta-feira, o time tricolor foi derrotado pelo Atlético-PR por 1 a 0, no mesmo Maracanã, pela 32ª rodada. Resultado que fez o Tricolor cair para a 13ª colocação, a apenas sete pontos do Z-4.

Confira a tabela de classificação do Brasileirão

Neste domingo, seca Goiás e Avaí para não ficar ainda mais perto da zona da degola a seis rodadas do fim da competição. O Atlético, por sua vez, pulou para 42 pontos e respira bem mais aliviado.

O principal “culpado” pelo resultado foi Weverton. O goleiro do Furacão fez cinco defesas difíceis. Quatro delas aconteceram antes da metade da etapa inicial. Nos primeiros minutos de jogo, o camisa 12 defendeu uma cabeçada e um chute de fora da área de Osvaldo, a novidade de Eduardo Baptista no ataque tricolor.

Em nova blitz, ele fez outra duas intervenções difíceis no mesmo lance. Fechou o ângulo de Vinícius, que invadia livre a área após tabela com Magno Alves. No rebote, buscou a bola no alto após conclusão caprichosa de Gustavo Scarpa.

– O goleiro deles estava numa grande tarde – lamentou o meia Vinicius, na saída para o intervalo.

Já o Furacão, bem mais satisfeito com o empate do que o Fluminense, pouco criou. O primeiro e único lance de perigo dos 45 minutos iniciais aconteceu com um chute da revelação Otávio, que desviou em Cícero e quase complicou Diego Cavalieri.

No segundo tempo, Weverton teve bem mais tranquilidade. Cristovão Borges colocou o volante Hernani no lugar do meia Bruno Mota para aumentar o poder de marcação. E deu muito certo. Aos poucos, Marcos Guilherme e Walter, que estiveram apagadíssimos no primeiro tempo, também começaram a aparecer. E, aos 14 minutos, em um raro lance efetivo do ataque, o cruzamento do primeiro achou a cabeça do antigo xodó tricolor. E a lei do ex não perdoou.

Eduardo Baptista apostou então em Marcos Júnior, Gerson e Wellington Paulista para buscar o empate. Mas a equipe, já sem brilho e intensidade, não voltou a incomodar o herói Weverton e saiu do Maraca sob vaias dos sete mil pagantes no Maraca.

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