O colunista do Diário Catarinense, da RBS TV e da CBN Diário, Roberto Alves, analisa a primeira partida da final entre Avaí e Chapecoense neste domingo, às 16h, no Estádio da Ressacada. Assista:

O primeiro pode decidir
Jogar a final em casa é muito bom e todos querem. Não dá para desprezar uma decisão em que o regulamento privilegia o saldo de gols. É por isso mesmo que, às vezes, o primeiro jogo pode definir um título. É com isso que o Avaí está contando para a decisão do Estadual. Não é exatamente pelo fato de jogar a primeira em casa, mas porque todos sabem que, em Chapecó, o mando de campo pesa. A chance do Avaí está muito mais na primeira partida.

A diferença
Por que no primeiro jogo? Pelo fator torcida, localização, clima, ambiente criado durante a semana, o campo. Enfim, tudo é positivo, embora não seja certeza de vitória. Aqui, assim como lá, a cidade se mobiliza, compra a ideia do triunfo e o otimismo contagia.

Os times
A Chapecoense chega melhor. Por quê? Pelo time que tem, pelo grupo, pelas opções técnicas e pelo momento que vive no futebol. Não há como negar a qualidade da equipe do Oeste.

Bola rolando
Bem diferente de tudo que se possa dizer antes do jogo, na hora que a bola rolar tudo pode mudar. Neste primeiro jogo, o Avaí tem muitas chances pela sua história e até pela equipe. Não há como fazer prognóstico de uma decisão de campeonato. Principalmente do nosso, pois o equilíbrio é muito grande.

As chances
Como o jogo é tão equilibrado dá para especular as chances de cada um. Até nisso eles jogam parecidos em seus esquemas. Usam muito as laterais do campo. Vai prevalecer a qualidade individual.

Torcida
Ressacada cheia é problema para o adversário. Assim como em Chapecó, na Capital também não é diferente. O torcedor joga junto. Este é um componente que abrilhanta o espetáculo. Não entra em campo, mas pode fazer a diferença.

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