Por que a madrugada de Moscou tem céu claro quando Galvão e Renata entram no Jornal Nacional Mladen ANTONOV/AFP PHOTO

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A Copa do Mundo 2018 está fazendo muita gente recapitular as excitantes aulas do primário sobre a inclinação do eixo de rotação da Terra. É essa inclinação, conforme aprendemos ou deveríamos ter aprendido na escola, que explica o fato de Galvão Bueno e Renata Vasconcelos, quando entram ao vivo da madrugada de Moscou no Jornal Nacional, terem dia claro como cenário. 

Na verdade, quando o noticiário começa - 20h30min em Brasília e 2h30min em Moscou - a Praça Vermelha está numa certa penumbra. À medida que o programa avança, no entanto, ganha um banho de luz. É que nesta época do ano, véspera de verão por lá, o sol nasce antes das 4h. 

Também anoitece bem tarde, para os padrões brasileiros. Nesta quarta, por exemplo, o dia vai durar das 3h46min às 21h13min em Moscou, num total de 17 horas e 27 minutos de luz. Nada mal para uma cidade que, no último inverno, viu o sol por apenas seis minutos durante todo o mês de dezembro.

O tal fenômeno da inclinação do eixo faz com que o sol incida mais no Hemisfério Norte do que no Hemisfério Sul nesta época do ano, e quanto mais para o norte, mais prolongada é tal incidência. Em outra sede da Copa, São Petersburgo, bastante próxima do círculo polar, ocorrem as "noites brancas", quando nunca chega a anoitecer de fato, e pode-se até  testemunhar o famoso "sol da meia-noite", a bizarra situação em que o astro-rei brilha no horizonte sem se pôr jamais.

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