Três gerações de avaianos para aumentar a torcida pelo Avaí na Ressacada Tiago Ghizoni/Diário Catarinense

Foto: Tiago Ghizoni / Diário Catarinense

Desfrutar do orgulho de ser azurra é programa em família para os Torquato. Esperam que o sentimento de triunfo encha o peito de três gerações. Neste sábado, Gerty, Jefferson e os gêmeos Davi e Arthur estarão no alto do setor D da Ressacada para que a torcida pelo Avaí seja recompensada com a conquista sem taça: o acesso à Série A. Os quatro são presença garantida na arquibancada para o confronto decisivo do time do coração com a Ponte Preta. É um momento de reafirmar o amor pelo time que é transferido pelo sangue.

— Meu pai está com 80 anos e eu posso vivenciar isso com ele. Chego a recusar convites de amigos para vir com ele na Ressacada. Apreciamos estar um do lado do outro vendo o Avaí jogar. Agora é um momento interessante de ter pai, filho e netos na arquibancada — Jefferson da Silva Torquato, pai de Davi e Arthur Silva Torquato, de quatro anos.

 FLORIANÓPOLIS, SANTA CATARINA, BRASIL - FOTO: TIAGO GHIZONI/DIÁRIO CATARINENSE - 21/11/2018 - A tarde de quarta-feira foi agitada no Estádio da Ressacada, em Florianópolis. Marquinhos abriu os trabalhos com uma coletiva em que comentou a expectativa para a última partida de sua carreira, os momentos marcantes da carreira e o sentimento para com o Avaí. Em seguida os jogadores participaram de um treinamento ofensivo no campo aberto. Para finalizar o dia, conhecemos a família Torquato: avô (Gerty Guimarães Torquato), pai (Jefferson da Silva Torquato) e os gêmeos (Davi Silva Torquato e Arthur Silva Torquato). Família avaiana que espera assistir o acesso do time para a série A do Brasileirão.
Foto: Tiago Ghizoni / Diário Catarinense

A paixão deles vem de berço. Nos primeiros dias de vida, os pais de Gerty Guimarães Torquato presentearam o filho Jefferson com roupas azuis e brancas. Ele fez o mesmo quando do nascimento dos gêmeos. Agora, Jefferson retribuiu a vida com uma alegria única ao pai: dar a ele a satisfação de ir com os netos ao estádio, como vai fazer neste sábado.

— É uma alegria enorme quando trago eles. Estamos subindo as escadas e meus amigos mexem com eles, pedem para vê-los. Outra é ser abraçado, apertado e beijado pelo meu filho a cada gol do Avaí.  Sou feliz de tê-lo como filho, avaiano e amigo — conta o homem que leva o amor ao Leão por mais tempo entre os quatro azurras.

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