Jaraguá do Sul está a um mês para 27ª Schützenfest Maykon Lammerhirt/Agencia RBS

Alice Vogel Bast, da Associação Esportiva e Recreativa Vieirense, é exemplo de que as tradições germânicas se perpetuam entre as gerações

Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS

A contagem regressiva foi lançada. Falta um mês para a 27ª edição da Schützenfest, que ocorre de 12 a 22 de novembro em Jaraguá do Sul, no Norte de SC.  A organização corre contra o relógio para ajustar os últimos ponteiros e preparar uma festa mais típica do que nos anos anteriores, focando apenas na comercialização de produtos da gastronomia germânica.

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O presidente da Fundação Cultural, Sidnei Lopes, destaca que o orçamento da 27ª edição está R$1,1 milhão com recursos arrecadados na última festa e incentivos municipais, estaduais e privados. Para esse ano, alguns editais ainda não foram preenchidos. Como é o caso da bilheteria, limpeza e segurança, tendas e alguns pratos típicos (bratwurst –salsicha -, macarrão – spätzle -, sorvete).  O prazo para definir esses itens é 29 de outubro.

A bebida já foi escolhida, é a RD de Blumenau. A distribuidora irá trazer chopp Heineken e Germânia. As artesanais serão Maestro, Karsten e Köning.

Para marcar o início da contagem regressiva, o tradicional desfile para colocar a árvore dos atiradores, Schützenbaum, ocorre neste sábado, dia 17, com a participação de 15 sociedades.  O evento começa às 10 horas com concentração em frente à Fundação Cultural e desfile pela Avenida Getúlio Vargas, passando pelo calçadão, até a Praça Ângelo Piazera. Duas bandas típicas alemãs irão contagiar a festa.

- Vamos aproveitar a Schützenbaum e fazer o lançamento oficial da Festa dos Atiradores. Assim, vamos mantendo as tradições da maior da nossa região - revela Lopes.

Tradição
A renovação das tradições está presente na família Bast. Há um ano, Alice Vogel Bast decidiu que iria atirar pela Associação Esportiva e Recreativa Vieirense. Neste um ano,  ela se tornou a 1ª princesa do Chumbinho e Rainha da Beleza.

- Gosto muito da cultura germânica. Até os três anos, eu só falava alemão, porque era o que a minha avó me ensinava. E a cultura de atirar faz parte da minha família, só estava adormecido -– conta.

Alice treina uma vez por semana e a Associação se tornou um segundo lar. Agora, ela e a mãe, Lidia Vogel Bast, frequentam a associação e mantem vivas as tradições dos atiradores. Segundo a garota, é uma forma de manter viva a cultura e de fazer novas amizades.

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