Governo federal estuda extinguir o horário de verão Felipe Carneiro/Agencia RBS

Pôr do sol na Praia do Cacupé

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS


O horário de verão corre o risco de acabar no Brasil. Conforme o site G1, o governo federal estuda se mantém ou não o adiantamento dos relógios nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. 

A medida seria resultado de relatórios recentes do Ministério de Minas e Energia que apontaram "efetividade decrescente" nos últimos anos. As mudanças nos hábitos dos consumidores e o avanço da tecnologia teriam reduzido a economia durante o período.   

Questionados pelo site sobre a eventual medida, o ministério e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não se manifestaram. 

Se não houver nenhuma alteração, o horário de verão deve começar em 15 de outubro em 10 Estados e no Distrito Federal. O adiantamento dos relógios deve ocorrer até 18 de fevereiro de 2018. 

Adiantamento dos relógios é adotado anualmente desde 1985

No ano passado, de acordo com dados da pasta, o horário de verão durou 126 dias e gerou uma economia de R$ 159,5 milhões ao sistema, ao reduzir o acionamento de usinas termoelétricas, valor considerado irrelevante para o setor. O sistema foi adotado no Brasil em 1931 e desde 1985, foi aplicado todos os anos.

Nos países desenvolvidos, o horário de verão é mais extenso do que no Brasil. Na Europa, vigora de março a outubro; nos EUA, México e Canadá, de março a novembro.

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