Dois taxistas de Florianópolis que negaram corrida a uma família com uma criança ferida no Hospital Florianópolis foram afastados das funções por 30 dias. Eles recusaram o serviço porque os pais haviam levado o filho até o local de Uber. A punição foi publicada no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (02) e passa a valer a partir de terça-feira, dia 03.

A decisão foi tomada por uma comissão disciplinar interna da Secretaria de Transportes e Mobilidade Urbana. Os taxistas descumpriram a Lei Municipal número 085/01, que dispõe sobre os serviços de táxis na cidade e impede que o profissional recuse a corrida.

Segundo o secretário de Mobilidade Urbana, Marcelo Roberto da Silva, quanto ao taxista de São José, a prefeitura da Capital não tem como aplicar qualquer penalidade, pois ele pertence à outro município.

No dia 19 de setembro, três taxistas se negaram a levar o garoto ferido. O menino de dois anos havia se machucado enquanto brincava em casa, quando caiu e bateu a cabeça em um móvel da sala. Ele começou a sangrar bastante. Os pais chamaram um Uber e correram para o hospital mais próximo. Chegando lá, descobriram que não havia médico na emergência. Decidiram ir para outro hospital particular, que fica no Centro. Sem sinal de internet para chamar o outro Uber, correram para um ponto de táxi que fica em frente à unidade de saúde. Os três profissionais da fila se recusaram a atendê-los.

O menino só foi socorrido, segundo a família, porque um rapaz que estava esperando atendimento no hospital viu tudo e ofereceu carona. O garoto levou quatro pontos e passa bem. O sindicato 

 

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