Nas televisões das principais cidades catarinenses, as fórmulas de marketing para vender os candidatos costumam se repetir. Em linhas gerais, os publicitários afirmam que pega bem mostrar a história de alguém que veio de baixo, venceu algumas batalhas, perdeu outras, mas não desistiu e trabalhou duro para chegar onde está. Ou seja, apresentar um personagem que é gente como a gente.

Mas em um período de instabilidade no país – com Operação Lava-Jato, impeachment, Fora Temer e polarização de opiniões – será que essa conversa cola? O ano é de aparente desconfiança com a política e os políticos. Estariam os eleitores mais criteriosos? Afinal, o que as quase 5 milhões de pessoas que vão às urnas neste domingo em Santa Catarina levam em conta na hora de escolher um candidato? Pesquisadores, publicitários, vitoriosos e derrotados tentam definir, mas a verdade é que não há uma resposta única para a pergunta: afinal, o que define o voto do catarinense?

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Foto: nos_49 / Agência RBS
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