Símbolos de uma época em que a arte de sambar era prioridade. Seguido de outro requisito básico, o espírito carnavalesco. De quem não era exigido corpo escultural, ainda que fossem lindas. As rainhas do Carnaval de Florianópolis são retrato do seu tempo. Algumas, deslizavam os saltos sobre paralelepípedos da antiga cidade. Outras, desafiavam as dificuldades até para compor a fantasia. Em outros momentos, as lutas se davam no plano dos preconceitos. Branca para ser passista, negra demais para ser majestade.

Patrícia Areias, Kelly Nunes e Ana Cristina, a Fofa, personagens desses caminhos percorridos por tantas mulheres. No ano em que o reinado de Chayeni Bittencourt se repete na corte do Rei Momo Hernani Hulk, o caderno Nós, como súdito, reverencia e presta homenagem a essas trajetórias. Para cada entrevistada, escolhemos uma composição que instiga memórias. Afinal, mesmo que passe uma vida, pelo samba, o amor dessas musas não têm fim. É só escutar a primeira batida de um tamborim.

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Foto: Marco Favero / Agencia RBS
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