Otávio Roberto Pamplona: um dos mais dignos filhos de Palhoça Moacir Pereira/Moacir Pereira

Presidente do TRF, Thompson Flores (E), e familiares do desembargador Otávio Roberto Pamplona descerram placa de homenagem.

Foto: Moacir Pereira / Moacir Pereira

Uma cerimônia marcada por emoções e pelo resgate histórico da Justiça Federal em Santa Catarina reuniu magistrados, procuradores, advogados, familiares e amigos do desembargador federal Otávio Roberto Pamplona, que faleceu em abril, em  Porto Alegre. Seu nome está imortalizado na denominação do edifício da Justiça Federal, na Beira-Mar Norte, em Florianópolis.

Na mesa das autoridades, magistrados com exemplar atuação no combate à impunidade e condenações dos corruptos de colarinho branco. Na presidência, o desembargador federal Thompson Flores, que se destaca por medidas de fortalecimento do Judiciário e prestigio de seus integrantes, visando a efetiva aplicação da justiça. A lado dele o ministro Jorge Mussi que, no STJ, barrou manobras processuais e políticas que poderiam liquidar com a Operação Lava-Jato. Rejeitando habeas corpus de Marcelo Odebrecht permitiu as delações premiadas que fizeram explodir um gigantesco esquema de corrupção na maior empreiteira do país. Na plateia, despontando a figura o desembargador federal João Pedro Gibran Neto, relator da Lava-Jato no TRF-4, outro paradigma da magistratura.

Coroando estas e outras referências que dignificam o Judiciário federal, muitas delas ali presentes, os discursos sobre o homenageado Otávio Pamplona fizeram justiça a um dos mais dignos filhos de Palhoça. Todos ressaltando seu perfil de magistrado vocacionado, de excepcional formação e voltado para o bem e para a aplicação da justiça. Homenagem, diga-se, proposta pelas associações dos Juízes Federais e dos Servidores de Santa Catarina e aprovada por unanimidade do Tribunal Federal.

O colega dele, desembargador federal Ricardo do Valle Pereira, relatou os inúmeros predicados e virtudes do amigo pessoal, para mencionar seu esforço na construção do edifício que hoje leva seu nome. A diretora do Foro, juíza Cláudia Maria Dadico, enaltecendo a figura de Otávio Pamplona, sua dedicação ao trabalho, a ética, o estudo, o respeito pelos colegas, a integridade pessoal e o bom senso nos julgados.

Em nome da família, falou o filho Guilherme. Em discurso brilhante, mencionou a imaculada biografia do pai, com seu perfil de homem voltado para a família, os amigos e a dedicação à Justiça, atividade que exercia com grande devoção e felicidade.

Inevitável a comparação. Enquanto em Brasília decisões mais políticas do que jurídicas dos tribunais frustram a cidadania, a homenagem ao desembargador Otávio Pamplona e à atuação do Tribunal Federal da 4ª Região realimentam esperanças de um futuro melhor para o Brasil.

75 anos

Uma pequena indústria de espelhos se projeta como a maior produtora de molduras, peças de acabamentos e decoração de residências e escritórios da América Latina. Mais um exemplo do empreendedorismo catarinense na criativa iniciativa de João Effting, em Braço do Norte. Hoje, a Indústria Santa Luzia reúne autoridades e convidados no Clube Cruzeiro para celebrar 75 anos. Tem mais de 500 empregados e usa o isopor e reciclados da indústria de refrigeradores de Joinville como matéria prima. A empresa tem na presidência Gilberto Zanetti e como diretores a esposa, Sônia, e os filhos Gustavo e Marcos.
Foto: Arquivo pessoal / Arquivo pessoal

Uma pequena indústria de espelhos se projeta como a maior produtora de molduras, peças de acabamentos e decoração de residências e escritórios da América Latina. Mais um exemplo do empreendedorismo catarinense na criativa iniciativa de João Effting, em Braço do Norte. Hoje, a Indústria Santa Luzia reúne autoridades e convidados no Clube Cruzeiro para celebrar 75 anos. Tem mais de 500 empregados e usa o isopor e reciclados da indústria de refrigeradores de Joinville como matéria prima. A empresa tem na presidência Gilberto Zanetti e como diretores a esposa, Sônia, e os filhos Gustavo e Marcos.

Insegurança
Enquanto na Capital o último Folianópolis teve péssimo saldo com quase 200 celulares roubados numa noite, Lages dá uma boa demonstração de civilidade. Na Festa Nacional do Pinhão foram registrados apenas quatro furtos de punguistas, roubo de sete celulares, uma briga e nenhum furto de veículos. Estatística relativa ao período de 10 dias, entre 9 e 18 de junho de 2017.

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