Via Expressa, que liga BR-101 a Florianópolis, será ampliada em 2012 Daniel Conzi/

Nos horários de pico, a Via Expressa costuma ficar congestionada

Foto: Daniel Conzi

Com um fluxo diário de mais de 100 mil carros e trânsito congestionado nos horários de pico, a Via Expressa entra no planejamento do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT/SC) para ganhar mais duas pistas em cada sentido. A empresa para fazer o projeto de ampliação da rodovia já foi contratada.

O trecho, da cabeceira das pontes de Florianópolis à BR-101, pertence à BR-282 e tem 5,6 quilômetros de extensão. Só o projeto deve custar R$ 6,5 milhões e será financiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC-2). Segundo o DNIT/SC, é levada em conta a complexidade do projeto. A rodovia passa no meio de uma zona altamente urbanizada e recebe o fluxo de vários bairros de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu, além de ser o principal acesso à Capital.

A obra será licitada após licenciamento ambiental e a conclusão e aprovação do projeto. Segundo o superintendente do DNIT/SC, João José dos Santos, em 2012 as obras devem começar. Os problemas de tráfego, porém, devem ser estudados em conjunto com o governo do Estado e as prefeituras de São José e Florianópolis.

— Ao longo das últimas décadas, Florianópolis adotou como único acesso a Via Expressa. O problema só será resolvido com outras alternativas além da quadruplicação, como por exemplo a reativação da ponte Hercílio Luz — diz Santos.

Além da obra, está previsto no projeto o estudo de construção de ruas laterais, ciclovia e viadutos próximo ao Shopping Itaguaçu, em São José, e até na entrada do bairro Forquilhinhas.

— O objetivo é separar o trânsito local do que vem de todas as outras localidades de Santa Catarina — explica Santos.

Segundo o superintendente, o Ministério dos Transportes autorizou inserir no projeto da ampliação da BR-282 um estudo de viabilização de uma terceira ponte do Continente à Baía Sul. Para ele, o fluxo na entrada de Florianópolis só vai ser resolvido com a criação de outros acessos à Ilha.

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