Os professores da rede estadual de educação se reuniram na terça-feira na Câmara para buscar apoio de vereadores de Joinville. Eles querem que os parlamentares conversem com os deputados estaduais dos partidos que representam sobre a votação da medida provisória que foi encaminhada pelo governo do Estado à Assembleia e que estabelece o mesmo salário para todos os professores, independentemente da formação de cada um.

A Câmara deve encaminhar à Assembleia uma moção pedindo que os deputados não votem a MP.

— Queremos conversar com os líderes dos partidos para irem a Florianópolis conversar pessoalmente com os deputados —, disse a coordenadora regional do Sindicato dos Trabalhados em Educação de Santa Catarina (Sinte), Clarice Erhardt.

Na sexta-feira à tarde, os professores devem fazer novo ato em local ainda a ser definido. Depois, vão até o Ministério Público onde encaminham uma representação para que seja investigado o não repasse de R$ 1,6 bilhão para a Educação em 2010. Segundo o Sinte, pelo menos 850 dos 2.415 professores da região estavam em greve ontem – para a Gerência Regional de Educação (Gered) são 723.

O governador Raimundo Colombo e o secretário da Educação, Marco Tebaldi, têm encontro, hoje, em Brasília, com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Colombo quer buscar esclarecimentos sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal em relação ao pagamento do piso, já que o acórdão, que traz a posição do STF na íntegra, ainda não foi publicado.

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