"Somos ligados a uma civilização extraterrestre por um fio de energia", diz italiano em fórum de contatados Flávio Neves/Agencia RBS

Urzi é reconhecido mundialmente pelas imagens que conseguiu fazer das naves extraterrestres.

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

Antonio Urzi, 39 anos, é de Milão e vive como estilista na capital mundial da moda. Ele teria uma vida comum e de glamour caso não tivesse, já nos primeiros anos, tido uma experiência incomum. Uma cruz de luz que apareceu no quarto foi o primeiro contato dele com alienígenas. Um pouco destas histórias ele vai contar no domingo na penúltima conferência do I Fórum Mundial de Contatados, realizado neste fim de semana em Florianópolis.

>>> Confira a entrevista com Antonio Urzi


O italiano é como um chamariz de naves espaciais. Aonde ele aparece pessoas dizem ver óvnis. Por isso, a popularidade dele é internacional. Ainda na tarde desta sexta, quando chegou no Sesc do Cacupé para o evento, pessoas apareciam para tirar foto. Urzi é um popstar da ufologia.

DC — Quando você começou a ver óvnis?
Antonio Urzi — A primeira nave, vi quando era pequeno. Me recordo que eu tinha 4 anos. As naves que vi são as mesmas naves que eu vejo hoje.

DC — Como você enxerga estas naves? Elas estão muito distantes?
Urzi — Tudo depende do que eles querem. Muitas vezes, as aparições são a 2 mil, 3 mil metros. Mas, muitas vezes, se manifestam a 300, 400 metros. São diversos tipos de naves, mas têm o mesmo plano. Outro exemplo são manifestações de seres. Eu vi, mas não gravei.

DC — Como eles são fisicamente?
Urzi —  A maioria é como nós, humanos. Alguns um pouco mais altos, outros mais ou menos 1,80 metro. Mas também tem de 2 e 2,5 metros. Pude encontrar esses seres no nível astral.

DC — O que é nível astral?
Urzi — São níveis distintos de encontros com os extraterrestres. O aspecto mais importante é o espiritual de contato. Não significa que precisa ser físico. É uma projeção astral. A projeção é em nível íntimo, pessoal. Tenho outra experiência na Argentina, numa base extraterrestre, onde tenho encontrado seres assim (fisicamente). Mas todos podem encontrar.

DC — Por quê?
Urzi _— Todos nós - o nosso espírito - temos uma ligação a uma civilização extraterrestre. Um fio de energia. Quando não se manifestam, eu sinto falta.

DC — E nas experiências espirituais, qual é a mensagem que os ETs deixam?
Urzi — Esse ano inteiro eu não recebi mensagem. Mas no ano passado, por três vezes os seres de luz me falaram de um contato massivo que vai antecipar a próxima manifestação ao mundo do maestro Jesus Cristo em forma física junto com Buda, Krishna, Maomé, Alá, junto com os maiores mensageiros da humanidade.

DIÁRIO CATARINENSE
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