Delegacia de Desaparecidos vai ajudar na investigação do caso Wesley em Araquari Diorgenes Pandini/Agencia RBS

Pai de Wesley procura o filho desaparecido há 24 dias

Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

A Polícia Civil de Araquari, Litoral Norte, deve receber o apoio da Delegacia de Desaparecidos na próxima semana para ajudar nas investigações do desaparecimento de Wesley Lopez, 25 anos.

O jovem não é visto desde a madrugada de 28 de setembro, quando saiu para ir até uma lanchonete na rua em que morava com os pais no loteamento Santo Antônio, no Itinga.

O delegado titular de Araquari, Rodrigo Aquino Gomes, vai ouvir no fim da tarde desta terça-feira os dois policiais militares que fizeram rondas na localidade na noite em que Wesley desapareceu. Já que duas testemunhas, ouvidas anteriormente pela PM, alegam ter visto o jovem ser abordado pelos policiais e levado na viatura.

A suspeita do envolvimento de PMs no caso, levou a corporação a instaurar um inquérito policial militar para apurar as circunstâncias do desaparecimento. No entanto, surgiu uma terceira testemunha que afirma ter visto Wesley vivo na companhia de outros quatro rapazes em um bar nas proximidades de onde morava na noite de 30 de setembro.

Essa testemunha, também já foi ouvida pela Polícia Civil e sustentou a versão. Para o comandante do 27º Batalhão da PM em São Francisco do Sul, o tenente-coronel José Carlos Bernardes, responsável pela investigação da PM, o depoimento deixa claro que Wesley está vivo e deixou a família por conta própria. O que levou a PM a suspender as buscas pelo rapaz.
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