Santa Catarina alcançou a quinta posição na terceira edição do Ranking de Competitividade e Gestão dos Estados Brasileiros. O Estado subiu uma colocação, ficando atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul e ultrapassando Minas Gerais.

Apesar de ainda estar atrás dos vizinhos da região Sul, SC foi o que mais evoluiu desde a criação da análise, em 2011, feita pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Economist Intelligence Unit.

Os maiores avanços do Estado foram nas áreas de sustentabilidade e de infraestrutura, com crescimento de 31,3% e 25% na nota, respectivamente. Destaque também nos critérios de cenário econômico e na política de atração de investimentos estrangeiros.
O secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa, atribuiu a melhora a uma “sintonia fina entre governo e setor produtivo”:

– Dois pontos foram cruciais: a vinda da fábrica da BMW e a abertura do mercado japonês para a carne suína catarinense .

O ponto fraco do Estado foi o regime de taxas e de regulamentação da tributação, que leva em conta a quantidade de alterações mensais nas regras de tributação. A nota 0 significa que o Estado, de acordo com o estudo, teria um “sistema de taxação instável e/ou muito complexo”.

A Secretaria da Fazenda, em resposta, disse que essa realidade não é uma exclusividade do Estado e seria inerente à natureza do ICMS.

Outra questão é em relação ao tempo médio para a criação de uma empresa. A nota 0 recebida indica que se leva mais de 30 dias para conseguir abrir uma empresa e colocá-la para funcionar em Santa Catarina.

Em relação a esse quesito, a Fazenda disse que tem atuado para reduzir o prazo.


 

DIÁRIO CATARINENSE
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