O príncipe saudita detido no mês passado em Los Angeles por supostamente ter tentado forçar uma mulher a praticar sexo oral nele não será acusado de crime grave por falta de provas, informou nesta quinta-feira uma fonte oficial.

Majed Abdulaziz al Saud, de 28 anos, foi detido em 23 de setembro, mas saiu em liberdade com acusações no dia seguinte após pagar uma fiança de 300.000 dólares.

O príncipe devia se apresentar perante um juiz em 19 de outubro, mas a visita foi anulada após a decisão do escritório do promotor do distrito do condado de Los Angeles.

"Não há evidências suficientes para apresentar acusações", explicou à AFP Jane Robison, uma porta-voz do promotor.

"Por isto, decidimos passar o caso ao gabinete do procurador da cidade, mas que decida se apresenta acusações por um crime menor", destacou.

Um porta-voz do gabinete do procurador de Los Angeles, Frank Mateljan, disse à AFP que, no caso de ser acusado, o príncipe poderia enfrentar tanto a uma pena de prisão quanto uma multa.

"Depende da acusação apresentada contra ele, se é que se apresenta", afirmou Mateljan.

Al Saud foi detido depois que a polícia se dirigiu à sua mansão em Beverly Hills, alertada de que uma mulher pedia ajuda enquanto tentava fugir da propriedade.

* AFP

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