NSC: uma janela para o futuro NSC TV/

Com um legado de credibilidade, maior empresa de comunicação de Santa Catarina muda de nome e de marca 

Foto: NSC TV

Começa nesta terça-feira uma nova era na comunicação catarinense. À noite, a emissora campeã de audiência no Estado passa a se chamar oficialmente NSC TV. Com a mudança, o principal telejornal do canal adota o nome de NSC Notícias a partir de amanhã. A sigla – que significa Nossa Santa Catarina – foi escolhida pelo público em votação promovida em maio e batiza também o braço de mídia do Grupo NC, que assumiu as operações da RBS no Estado.

A NSC Comunicação, composta por seis emissoras de TV, oito de rádio, quatro jornais e portais de comunicação, já nasce líder de todos os mercados e plataformas em que atua. Uma condição conquistada a partir de 1979, com a chegada da RBS ao Estado e a implantação da da TV Catarinense, transmissora local da Rede Globo. 

 — Vamos fazer jus às lideranças obtidas neste período e superar ainda mais os nossos resultados para levar adiante o trabalho de excelência desenvolvido por nossas marcas de conteúdo — diz o presidente do grupo, Carlos Sanchez.

E de alcançar o primeiro lugar e se manter nele o empresário entende. Movido por constante expansão e investimentos expressivos, o laboratório EMS, pilar da NC no setor farmacêutico, está há 11 anos consecutivos na dianteira do segmento no país, tendo em sua história o pioneirismo do lançamento de medicamentos genéricos. Nos demais ramos em que o conglomerado atua, como energia e construção, o desempenho é igualmente considerável, o que o coloca entre os 180 maiores da economia nacional. Com a comunicação, não será diferente.

— Queremos continuar sempre à frente neste cenário tão dinâmico e desafiador, com o mesmo espírito inovador e ousado que nos fez ser tão bem-sucedidos nas áreas em que estamos presentes — afirma o dirigente.

A relação dos Sanchez com Santa Catarina vem de longe. Mais precisamente, da década de 1950, quando o patriarca, Emiliano, abriu com a esposa, Ana, uma pequena farmácia com esse nome em Santo André, no ABC paulista. A experiência na comercialização de produtos para tratamentos de saúde e na prestação de serviços fez o negócio prosperar a ponto de, em 1964, transformar-se em uma fábrica de medicamentos na vizinha São Bernardo do Campo.

Com a morte do fundador, em 1988, o comando foi assumido pelo filho de apenas 26 anos, Carlos, apoiado pela irmã, Nanci. Quis o destino que, quase quatro décadas depois, o grupo designado pelas iniciais dos herdeiros do casal empreendedor incorporasse os veículos que dominam o mercado no Estado homônimo à farmácia onde tudo começou.

Definida a razão social da empresa de comunicação, o passo seguinte foi o desenvolvimento da marca. 

 — Foi um intenso processo de criação, em que refletimos profundamente sobre o que fazemos, por que fazemos e para quem fazemos. Assim, chegamos não só a uma nova marca, mas a um posicionamento que nos aproxima ainda mais do nosso público, com o propósito de produzir conteúdo que gera valor para a sociedade catarinense — diz o presidente da NSC Comunicação, Mário Neves.

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