Ônibus do transporte coletivo paralisam atividades por cerca de duas horas nesta terça-feira Angela Bastos / Diário Catarinense/Diário Catarinense

Foto: Angela Bastos / Diário Catarinense / Diário Catarinense

Os ônibus do transporte coletivo de Florianópolis paralisaram as atividades por cerca de duas horas no fim da tarde desta terça-feira em apoio aos atos contrários à Reforma da Previdência, que ocorrem em todo o Estado. A princípio, o Sintraturb, sindicato que representa os trabalhadores, informou na segunda-feira por meio de duas redes sociais que o transporte funcionaria normalmente nesta terça. 

No entanto, os últimos ônibus que circularam saíram do Ticen por volta das 15h30min. A paralisação estava prevista para durar, no mínimo, duas horas, e por volta das 17h40min o serviço foi retomado. Com a movimentação na região central, o trânsito na ponte e nas principais vias da Ilha ficou congestionado. Conforme o site de monitoramento Maplink, às 17h43min havia 31 quilômetros de filas na Grande Florianópolis. 

A Central Única dos Trabalhadores de SC (CUT-SC) informou em seu site que a greve geral, marcada inicialmente para esta terça-feira, foi suspensa, mas que os atos contra a Rrforma da Previdência seriam mantidos. Em Florianópolis, manifestantes se reuniram no Largo da Alfândega por volta das 15h desta terça-feira. 

Após o ato, o grupo seguiu em caminhada até a frente do terminal, bloqueando a Avenida Paulo Fontes por cerca de 15 minutos. Segundo informações repassadas pela Central da Polícia Militar, às 17h30min os manifestantes ocupavam apenas o vão central da Paulo Fontes. 

Protesto no aeroporto

Durante a manhã também ocorreram atos contra a Reforma da Previdência no setor de embarque do Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Até as 8h, havia pelo menos 30 pessoas no local, entre representantes sindicais e servidores da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Associação dos Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc) e Receita Federal. Os manifestantes permaneceram no saguão do aeroporto até as 11h. O protesto não interrompeu a rotina dos funcionários e passageiros. 

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