Equipes de resgate continuam buscas a adolescente que desapareceu no mar Corpo de Bombeiros Militar / Divulgação/Divulgação

Esquipes dos bombeiros e da Capita dos Portos fazem buscas desde a noite de domingo

Foto: Corpo de Bombeiros Militar / Divulgação / Divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar e a Capitania dos Portos de Santa Catarina continuam fazendo buscas ao adolescente de 16 anos que desapareceu após o caiaque em que ele estava afundar, em Florianópolis. O jovem havia saído para passear com o tio, de 25 anos, cada um em uma embarcação diferente, na tarde do último domingo (31). A dupla saiu da Praia da Daniela, no Norte da Ilha, por volta de 16h, com destino à Ilha de Ratones. 

O tio disse aos bombeiros que começou a entrar água no caiaque do sobrinho quando eles retornavam do passeio, por volta de 18h30min. O adolescente acabou passando mal e foi rebocado pelo tio em cima do caiaque que ainda estava flutuando. Só que, segundo os bombeiros, o jovem teria escorregado e afundado. 

O tio se manteve apoiado no caiaque até as 21h, quando uma onda atingiu a embarcação dele e a levou para o fundo. Sem suporte para se manter flutuando, ele nadou até a Praia do Antenor, em Governador Celso Ramos. O homem teria nadado por cerca de cinco horas. 

Na avaliação do comandante do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros Miliar, Elton Zeferino, a maior falha no passeio que acabou com o desaparecimento do adolescente, foi a falta de colete salva-vidas. 

— É importante destacar a importância do uso de colete quando se está numa embarcação. Mesmo que ela afunde, você consegue se manter flutuando — destacou Zeferino.  

Segundo o chefe do Departamento de Segurança do Tráfego Aquaviário da Capitania dos Portos, Joares Pereira de Mello, não há proibição para caiaques no trajeto feito pelo adolescente e tio e reforçou que o uso de colete é fundamental para qualquer tipo de embarcação.  

— Naquele dia, o mar estava tranquilo, nada impedia que se navegasse de caiaque. Mas as pessoas precisam a aprender a usar o colete salva-vidas, é fundamental — reforçou Mello. 

As buscas estão sendo realizadas desde a noite de Réveillon. Segundo Mello, a Capitania aproveitou os barcos que monitoravam os fogos nas balsas para começar o trabalho. A procura pelo adolescente ocorre entre a Praia da Daniela e Governador Celso Ramos. Além da embarcações da Capitania, há duas embarcações e uma aeronave do Corpo de Bombeiros apoiando o trabalho. 

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