Padrasto é condenado a 25 anos de prisão por asfixiar bebê de 10 meses em SC Jessica Dias/Jornal Destaque

O crime ocorreu na manhã do dia 25 de fevereiro de 2016 em Braço do Norte, com o réu confessando a ação no dia seguinte

Foto: Jessica Dias / Jornal Destaque

Luan Loch Carlota, 21 anos, foi condenado a 25 anos, cinco meses e 23 dias de prisão na última quinta-feira à noite pela morte da enteada,  Mariah Della Giustina Gonçalves, um bebê com 10 meses de idade. A decisão veio após um júri popular realizado na Câmara de Vereadores de São Ludgero, no Sul do Estado.

De acordo com a comarca de Braço do Norte, Luan Loch Carlota foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil e asfixia, com agravante de pena pela vítima ser menor de 14 anos. A pena ainda foi aumentada  pelo réu ter submetido a vítima a intenso sofrimento físico — caracterizando tortura.

O crime ocorreu na manhã do dia 25 de fevereiro de 2016 em Braço do Norte, cidade vizinha ao local onde foi realizado o júri. Segundo o depoimento do réu após o crime, a mãe saiu para trabalhar e a criança chorava muito. Alegando estar cansado e não ter dormido na noite anterior, ele disse que teve um momento de fúria e apertou o pescoço da criança com as próprias mãos, matando-a por asfixia.

O padrasto estava recluso preventivamente no Presídio Regional de Tubarão por homicídio qualificado, já que havia confessado o crime. Ele chegou a dizer que o bebê teria se afogado com iogurte quando foi levado ao hospital, mas acabou assumindo a autoria do crime após os exames do Instituto Médico Legal (IML) terem descartado tal hipótese. 

Padrasto é condenado a 25 anos de prisão por asfixiar bebê de 10 meses em SC.
O julgamento levou dezenas de pessoas à Câmara de Vereadores de São Ludgero, município vizinho ao local do crimeFoto: Jessica Dias / Jornal Destaque

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