"Babá assassina" de Manhattan é condenada à prisão perpétua CNN / Reprodução/Reprodução

Ao final de seis semanas de julgamento, Yoselin pediu clemência em razão de sua doença mental

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Yoselin Ortega, a babá dominicana que em 2012 matou as duas crianças sob seus cuidados, em Manhattan, foi condenada nesta segunda-feira (14) à prisão perpétua nos Estados Unidos. A mulher de 56 anos alegava que cometeu o duplo assassinato — de Leo e Lucia Krim — durante um momento de loucura.

Leo tinha dois anos e Lucia, seis, quando foram esfaqueados e mortos no dia 25 de outubro de 2012.

Ao final de seis semanas de julgamento e apesar do testemunho de especialistas de que Ortega sofria de problemas psiquiátricos e se encontrava em estado "dissociativo" no momento dos crimes, o júri declarou a mulher culpada.

O juiz Gregory Carro aceitou o pedido dos pais das crianças e do promotor e determinou que Ortega, uma "narcisista maligna" e o "mal em estado puro" não recupere a liberdade sob qualquer forma.

Pela primeira vez desde o início do julgamento, Ortega falou, pedindo clemência em razão de sua doença mental. Com lágrimas nos olhos, se desculpou.

O crime ocorreu no apartamento dos Krim — uma família de classe média alta — em Upper West Side de Manhattan, na zona do Central Park.

A mãe, Marina Krim, que havia saído para buscar uma terceira filha, na aula de dança, encontrou Ortega no banheiro do apartamento junto com as crianças esfaqueadas na banheira.

* AFP

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