O que Michel Temer fará em Santa Catarina nesta quarta-feira EVARISTO SA/AFP

Foto: EVARISTO SA / AFP

O presidente da República Michel Temer (MDB) deve ficar cerca de duas horas e meia em Santa Catarina na noite desta quarta-feira. A previsão é de que ele chegue de Brasília no início da noite, desembarcando no aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis, para, em seguida, voar de helicóptero para Canasvieiras, norte da Ilha, onde participa da solenidade de abertura do 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), no Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira.

Ao todo, conforme Marco Aurélio Alberton, presidente da Associação dos Sindicatos da Construção Civil de SC (ASICc), entidade que este ano promove o evento em SC, são esperadas 14 pessoas na comitiva presidencial, entre ministros e outras autoridades, como o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),  Dyogo Henrique de Oliveira . Na plateia são esperados cerca de 1,5 mil convidados entre empresários do setor, engenheiros e arquitetos. 

Antes da cerimônia, prevista para começar entre 19h30min e 20h, Temer vai se reunir com o governador de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira (MDB). A conversa entre os correligionários será protocolar e privada, segundo a assessoria de imprensa do Estado. Pinho deve reforçar assuntos que já estariam sendo tratados com a Presidência, como a solicitação de repasses para a saúde e verbas federais para obras viárias.

Apesar da agenda curta, a expectativa ainda é de que o presidente discurse rapidamente ao fim da solenidade. Temer não deve ficar para o coquetel servido após a abertura, já que a volta para Brasília está prevista para as 21h. Assim como na vinda, a volta de Temer para o Hercílio Luz também deve ser feita de helicóptero. Só haverá mudança nos planos em caso de alterações meteorológicas que impeçam o voo. 

Apesar disso, no começo da semana a comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que tinha sido acionada para auxiliar na escolta do presidente com motos e viaturas no fim do evento. Em via de regra, é do Exército a responsabilidade pela segurança presidencial nesses casos.

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