Dois homens foram condenados nesta semana pela morte de Daiany Cardoso Maurício, que foi encontrada morta em 28 de março de 2018 no município de Laguna, no Sul do Estado. O crime foi considerado como homicídio triplamente qualificado por ter sido feito por motivo torpe, com uso de meio cruel e mediante dissimulação. Os acusados ainda podem recorrer da decisão.

O Tribunal do Júri de Laguna condenou Luan Lamarca de Lima e Yuri Freitas Delfino a, respectivamente, 14 anos e 10 anos de reclusão inicialmente em regime fechado. A pena de ambos ainda foi ampliada em 4 anos e 1 mês por integrarem uma organização criminosa.

Conforme o Ministério Público (MP), autor da denúncia, os acusados assassinaram a vítima pela suspeita de que ela estaria em uma facção rival. Um deles chegou a marcar um encontro com Daiany para esclarecer de qual organização ela fazia parte. Porém, na reunião ela foi arrastada e morta com vários disparos por arma de fogo.

A Comarca de Laguna condenou outros cinco acusados por homicídio e integrantes de facções criminosas neste ano. As penas aplicadas pelo Tribunal do Júri variam entre 6 anos e 37 anos de prisão. Inclusive, ainda há outra ação desse mesmo crime em que outro homem é acusado pelo MP de ser responsável pelo assassinato de Daiany.

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