A reabertura pela justiça da Suécia do caso de 2010 de suposto estupro contra Julian Assange permitirá ao fundador do WikiLeaks "limpar seu nome", afirmou nesta segunda-feira o chefe de redação da plataforma que divulgou milhares de documentos confidenciais, o jornalista islandês Kristinn Hrafnsson.

Hrafnsson indicou ainda em um comunicado que houve "pressão política" na Suécia para a reabertura do caso contra Assange, que depois de ter sido detido em 11 de abril na embaixada do Equador em Londres cumpre uma pena de 50 semanas de prisão por ter violado os termos da liberdade provisória em 2012.

* AFP

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